MAIS VITÓRIAS NA JUSTIÇA

O jurídico do SINTECT-ES conseguiu na justiça a tutela antecipada para os trabalhadores motociclistas: Joniel Rodrigues Nobre – CDD Jardim da Penha, Renato Oliveira Almeida – CDD Maruípe e Maciel da Conceição Chagas – CDD São Mateus. Isso significa que assim que a justiça notificar a ECT, ela terá que iniciar o pagamento do AADC em conjunto com a Periculosidade aos trabalhadores.
Informamos aos demais trabalhadores que as ações continuam tramitando na justiça e em breve divulgaremos mais vitórias para a nossa categoria.
SINTECT-ES

CONSIN debate deficit às custas dos trabalhadores e sugere revisão dos dados da ECT

Categoria indaga colapso dos Correios, com cada vez mais exploração e aumento na produtividade

Enfático, o economista do DIEESE, Clóvis Scherer, abriu o Conselho de Sindicatos da FENTECT (XVI CONSIN), nesta quarta-feira (20), com a afirmação de que os números apresentados pela ECT, da situação financeira da empresa, estão defasados. O conselho reúne representantes dos 31 sindicatos filiados à federação para discutir e debater a realidade dos Correios, anunciada pela mesma como um “colapso financeiro”.

“O conselho é extremamente importante nessa hora em que vivemos, para que a categoria, reunida, possa debater e deliberar a cerca dos problemas apontados pela ECT e que acarretam tantos prejuízos às atividades de cada um. A mobilização e os esclarecimentos aos trabalhadores nos ajudam a atravessar o momento e impedir a perda de direitos e, consequentemente, do emprego”, enfatizou o secretário-geral da FENTECT, José Rivaldo, durante a abertura do evento.

Scherer destacou que o balanço apresentado pela ECT foi apenas relativo ao ano de 2014. “Anunciaram um discurso ainda mais crítico da empresa e falam em dificuldades para pagar os salários dos trabalhadores antes mesmo do mês de setembro, conforme fora anunciado pela direção da ECT”, contou.

O economista relatou que o instituto tem providenciado análises das questões levantadas pela FENTECT, para que seja possível apontar para 2016 o desempenho econômico-financeiro. “Temos dados à disposição. É importante que a categoria disponha de uma análise contábil, para que possam esmiuçar detalhes técnicos da situação da empresa, com parecer de contadores, também de assessoria jurídica, que estabeleça a obrigação da ECT na discussão, principalmente sobre as reservas anunciadas. Com esse debate, podemos contribuir de maneira mais consistente”, destacou.

Consultoria Solidária
A H&J Consultores Independentes, sem fins lucrativos, de solidariedade múltipla entre profissionais de diversas áreas de conhecimento, como admnistração, economia e informação, tem contribuído com a pesquisa da categoria para rever os dados repassados pela ECT.

“Para além do lucro, o principal papel dos Correios é social. A partir de 2014, a ECT passou a adotar novas diretrizes contábeis, que geraram aumento de provisionamento e deficit. Nossa perspectiva é trabalhar com a realidade, que pode ter sido manipulada, dependendo dos interesses que estão por trás”, afirmou o gestor da informação, Hálisson Tenório.

Ele explicou que, com base nas atas colhidas da ECT (351, com 187 descartadas), foi possível identificar, entre as demais informações, que, entre 1996 e 2014, a empresa nunca fechou o ano com resultado financeiro negativo. “Foram 18 anos sendo empresa superavitária sólida, orgulho dos brasileiros e seus trabalhadores”, destaca a pesquisa. Hálisson, no entanto, garante que apesar do deficit anunciado, o que compete aos trabalhadores realizar, tem sido feito de maneira satisfatória e o problema está na gestão.

Além disso, um estudo do ano de 2012 levantou o quantitativo necessário de 130.824 efetivos nos Correios. Na ocasião, havia apenas 117.097. Em 2014, foram contabilizados 125.319. Para 2016, o DEST delimitou o máximo de 118.624 empregados para a ECT. “Trata-se de uma regressão aos patamares de 2012 e, ainda assim, a empresa insiste em investir em novos setores”, ressalta.

Devido ao baixo efetivo da empresa e a falta de investimento na ECT e na principal força, os trabalhadores, o diretor nacional da FENTECT, Rogério Ubine relembrou, durante a apresentação “Da reestruturação do setor postal – Um olhar sobre as transformações nos Correios Alemão e Argentino”, a queda da qualidade operacional dos Correios e as despesas acumuladas, com queda no resultado líquido, que passou de R$ 148 bilhões para R$ -1.346 bilhões, conforme apresentado pela ECT aos empregados.

Para fechar o XVI CONSIN, os sindicatos presentes debateram sobre as apresentações e levantaram mais fatos sobre o deficit duvidoso e os argumentos da ECT para a possível ausência de pagamento, este ano. Como resultado, o conselho lança as deliberações e o calendário de lutas que será repassado à categoria.

Fonte: FENTECT

TRABALHADORES DECIDEM PELA MANUTENÇÃO DO ESTADO DE GREVE

Em assembleia realizada ontem (16), os trabalhadores optaram pela manutenção do Estado de Greve e a construção de um movimento nacional contra os reflexos negativos da reestruturação na ECT.

Mesmo com o protesto de ontem, os trabalhadores se esforçaram para comparecer a assembleia e avaliar as respostas dadas pela empresa.

Em resumo, a ECT alega que só há estudos de “reorganização e adequação” na rede de varejo e que unidades de distribuição e tratamento não serão fechadas no Espírito Santo, mas como é visível na resposta, a empresa não se compromete com as agências. Quanto ao PROTER, a empresa se compromete em apresentar os estudos solicitados pelo sindicato.

Quanto a entrega matutina, a empresa se compromete a não retroceder e manterá a discussão com a FENTECT, assim como no caso da universalização da entrega. Também informaram que o DDA está suspenso no Espírito Santo até o mês de julho de 2016, conforme comunicado no fórum permanente de proposições de melhorias de gestão em foco no resultado.

Na solicitação da extinção da transferência por necessidade de serviço sem o aval do trabalhador, a ECT foi enfática em dizer que a norma consta no contrato de trabalho de todos empregados do Brasil. Já no tópico referente ao SGDO, a empresa alega que tem feito a discussão com a Federação e que qualquer decisão terá ação nacional, não havendo possibilidade de ações por região. Quanto a manutenção dos setores administrativos no estado, mais uma vez não houve acordo, a VIREV não discute o ponto com o sindicato.

Avaliação

Fica clara a metodologia da empresa: dividir para conquistar. Se observarem, as respostas atendem em partes a área de distribuição e tratamento, mas trata de maneira inflexível as solicitações dos trabalhadores do atendimento e suporte. Conforme avaliado pelos trabalhadores, o documento gerado deve ser levado ao conhecimento da FENTECT para que as demandas sejam tratadas no campo nacional com a unidade de todos trabalhadores do país, pois terão impacto na vida de todos.

Compete ao SINTECT-ES aprimorar o estudo e divulgação, derrubando as falsas informações e mitos divulgados pela empresa, pois a certeza que ataques virão é certa e se não houver unidade da categoria setor por setor irão tombar.

SINTECT-ES entrega Pauta de Reivindicações Regional

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Presidente do SINTECT-ES, Fischer Marcelo, avisa que orientação para greve será mantida sem o estabelecimento de garantias aos trabalhadores.

Na tarde de hoje (10), o SINTECT-ES entregou a Pauta de Reivindicações Regional ao ASGET/ES (assessor de relações sindicais e do trabalho no Espírito Santo). Na reunião, que contou com a presença do advogado do sindicato, o Dr. Henrique Arpini, o presidente do SINTECT-ES comunicou a decisão da assembleia e a insatisfação dos trabalhadores quanto a omissão nas informações solicitadas.

O representante da ECT frisou que irá comunicar a Gerencia de Relação do Trabalho (GRET) em Brasília e os demais setores das macrorregiões sobre a situação e que há o interesse em negociar com os trabalhadores, mantendo a relação negocial no estado e evitando prejuízo para a empresa e população com uma paralisação às vésperas do Natal.

Vamos a luta e com todos os trabalhadores. Em defesa dos trabalhadores e os postos de trabalho.

Assembleia aprova pauta regional e estabelece estado de greve

09/12 – Os trabalhadores reunidos em assembleia debateram sobre os reflexos da reestruturação e as possíveis ameaças aos empregados. Também se discutiu a omissão da empresa quanto aos questionamentos dos trabalhadores e do Sindicato sobre as alterações que a reestruturação e as macrorregiões terão na vida dos ecetistas capixabas.

O sindicato explicou que a movimentação é regional e que nacionalmente nada de efetivo foi construído até então. Também deixou claro que os últimos eventos paredistas não obtiveram abono ou direito a compensação do dia. Os trabalhadores por sua vez deixaram claro que se a luta for válida e houver chance de conquista, irão ao enfrentamento e se comprometeram em serem multiplicadores da mobilização.

Com base, nas várias dúvidas provocadas pela reestruturação e para estabelecer garantias aos trabalhadores, estabeleceu-se a pauta de reivindicações regional com os seguintes pontos:

  • Manutenção de todas as unidades de correio do Espírito Santo (agências, centros e unidades de distribuição, centro de entrega de encomendas, centro de tratamento e setores administrativos);
  • Revisão e suspensão de todas as cobranças aos trabalhadores provenientes do PROTER;
  • Manutenção da entrega matutina;
  • Manutenção da universalização da entrega em todo estado;
  • Extinção do DDA (Distribuição Domiciliar Alternada) e manutenção da entrega diária em todas as unidades de distribuição;
  • Extinção da transferência por necessidade de serviço sem o aval do trabalhador;
  • Suspensão imediata da marcação do ponto eletrônico no SGDO;
  • Manutenção da estrutura gerencial e administrativa no Espírito Santo, assim como lotação de seus respectivos empregados.

 

Se omitir é compactuar e mais uma vez a luta se faz necessária. Contamos com todos, já que é uma pauta que estabelece garantias para todos trabalhadores ecetistas do estado.

Reestruturação X Trabalhadores

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Em documentos que vazaram, ficou claro o posicionamento da empresa. A Reestruturação da ECT tem o objetivo de implantar um terrível plano de austeridade.

A ECT deixou claro que será o trabalhador na base que pagará a conta. Para quem tem mais tempo de casa, o projeto privatista do Correios do Brasil ressuscita de maneira bem clara. Somando toda documentação que temos, as informações que vazaram  e a reunião com a empresa no último dia 08, fica claro que a ECT pretende implantar de imediato ações como:

  • Cortar gastos com a folha de pagamento e benefícios;
  • Revisar e estabelecer alterações nas atividades dos trabalhadores no PCCS;
  • Solicitar a retirada de ações trabalhistas por parte dos sindicatos;
  • Reavaliação do Acordo Coletivo de Trabalho retirando cláusulas que estabelecem garantias e direitos aos trabalhadores que onerem a Empresa;
  • Alocação e realocação do pessoal para viabilizar a reestruturação;
  • Realocação dos trabalhadores dos CEE’s para os CDD’s e sua substituição por terceirizados;
  • Combate ao absenteísmo e verificação de caso a caso sobre atestados e afastamentos (entenda perseguição a quem se afasta ou falta ao trabalho por problemas de saúde);
  • Diminuição da presença e participação das entidades sindicais no cotidiano dos trabalhadores;
  • Retorno das Caixas Postais Comunitárias;
  • Fechamento de 2000 agências em todo país;

Vale ressaltar, que essas ações são reflexo da implantação de 70% do projeto de reestruturação, ou seja, o pior ainda está por vir. A empresa inclusive rompe a estrutura de organizações colocando associações dos mais diversos setores para discutir pontos de impacto em nossa categoria. Mesmo respeitando os demais segmentos, não compreendemos como a ADCAP, por exemplo, que abraçou o prédio da Administração Central contra o AADC dos carteiros no passado (a associação defendia que o pagamento dos 30% levaria a ECT à falência) e que é composta em sua maioria pelo alto escalão da empresa, teria a capacidade de dialogar quanto aos problemas enfrentados pelos trabalhadores de base.

Espírito Santo

Compreendemos que há necessidade de uma luta unificada de toda categoria, mas não podemos ver direitos básicos serem retirados dos trabalhadores e nada fazer. Omitir-se é compactuar com o projeto que querem estabelecer. Dessa forma, estabeleceremos uma pauta mínima de reivindicações regionais e contamos com a categoria para garanti-las.

Pontos a serem discutidos em assembleia do dia 09 de dezembro

  • Manutenção de todas unidades de correio do Espírito Santo (agências, centros e unidades de distribuição, centro de tratamento e setores administrativos);
  • Revisão e suspensão de todas cobranças aos trabalhadores provenientes do PROTER;
  • Manutenção da entrega matutina;
  • Manutenção da universalização da entrega em todo estado;
  • Extinção do DDA (Distribuição Domiciliar Alternada) e manutenção da entrega diária em todas unidades de distribuição;
  • Extinção da transferência por necessidade de serviço sem o aval do trabalhador;
  • Suspensão imediata da marcação do ponto eletrônico no SGDO;
  • Manutenção da estrutura gerencial e administrativa no Espírito Santo, assim como lotação de seus respectivos empregados.

Comunicamos aos trabalhadores de todo estado, que caso não tenhamos essas garantias mínimas, deflagraremos greve em toda base territorial do Espírito Santo à partir da 0h do dia 17 de dezembro de 2015.

REESTRUTURAÇÃO: AMEAÇA AOS POSTOS DE TRABALHO E PRECARIZAÇÃO DO SERVIÇO DE CORREIO

Vivemos há alguns meses, um cenário desanimador com a falta de liderança que surgiu em nossa praticamente extinta Diretoria Regional do Espírito Santo. Ninguém apitava e a falta de diretriz atrapalhava solucionar até questões simples. Pois bem, a ECT provando que nada é tão ruim que não possa piorar criou o caos. O cenário piorou e mais uma vez parece que sobrará para os trabalhadores. A Caixa de Pandora foi aberta e os reais objetivos da empresa começam a ser sentidos.

A frase ditatorial “Minas mandou” é a mais escutada nos setores operacionais e comerciais. Qualquer questionamento sempre é rechaçado de imediato, como se Minas Gerais fosse o Olimpo de onde vem ordens divinas. Até aí algo comum na ECT, mas as ordens que vem de Minas Gerais é que são o problema. Para entender melhor o que vem ocorrendo é necessário debater sobre a reestruturação em si e faremos a partir de agora.

MACRORREGIÕES

A ECT se dividiu por serviços, mas unificou as áreas de maneira muito parecido com o que foi feito na extinta TELEBRAS um pouco antes da privatização, inclusive há semelhanças até demais. O formato de diretoria regional foi extinto e cria-se macrorregiões que administram um setor específico, é como se a partir da reestruturação nós tivéssemos 8 empresas de correio diferentes. A alegação é dinamizar os processos e aumentar a capacidade de disputa de mercado, exatamente como qualquer outra empresa privada no setor. Além de diminuir gastos e otimizar processos.

CORTE DE GASTOS

Algo que seria bom tem se mostrado muito ruim e perigoso. Na verdade, a empresa só tem cortado no que tem impacto direto aos trabalhadores. Os assessores, gerentes e diretores que perderem seus cargos ganharão outros equivalentes. A ECT também criará novos cargos bem remunerados na estrutura das macrorregiões, sendo assim os gastos e os cargos só irão aumentar, além de novos aluguéis milionários, viagens, diárias, etc.

Mas onde há corte de gastos de verdade? Simples, nas unidades operacionais, comerciais e administrativas. Os setores já convivem com medidas de economia de energia e materiais, para garantir a farra do alto escalão. Vários setores estão sendo obrigados a desligar o ar condicionado em determinado horário ou limitar o uso de materiais de limpeza, por exemplo.

GRANDES ALTERAÇÕES

Esse é o assunto que mais preocupa o sindicato, nessa nova perspectiva de trabalho a ECT deixa bem claro que otimizar é cortar gastos, sobrecarregar os empregados e criar sobra de efetivo sem contratar ninguém. Esses impactos nos trabalhadores vêm sendo omitidos em partes, pois o DDA (Distribuição Domiciliar Alternada) por exemplo, já vem sendo aplicado em todo Brasil. Já existem estudos avançados para que os objetos venham do Rio de Janeiro tratados, tornando quase desnecessária as atividades exercidas no CLES por exemplo. Nas agências a empresa não descartar extinguir as que forem deficitárias, propondo a unificação dessas unidades a outras para assim, diminuir gastos ou aumentar o lucro. Também se especula cortar entrega nas áreas onde houve a universalização e unificar centros de distribuição domiciliária por cidade e ressuscitar as caixas postais comunitárias, como foi no passado. Já o setor administrativo é o mais preocupante a curto prazo, pois com a extinção de gerências, assessorias e departamentos, os trabalhadores ficariam sem lotação no estado de origem.

Com tantas alterações, extinções de setores e unificações de unidades a ECT economizará alguns milhões através da sobrecarga dos trabalhadores e conseguirá sobra de efetivo. Dessa forma, a empresa poderá suprir a falta de mão de obra nos outros estados da macrorregião, já que Minas Gerais e Rio de janeiro tem mais de 3 mil trabalhadores terceirizados e não há empecilho que proibiria a “transferência por necessidade de serviço”.

A LUTA É NECESSÁRIA

Não discordamos que a ECT é administrada em um formato arcaico e que precisa de alterações com urgência, mas nossa preocupação é se essas alterações terão sucesso e de que forma elas irão alterar a vida do trabalhador. Estamos falando de um formato privatista sendo aplicado em nossa empresa. De imediato, é necessário garantir todos os postos de trabalho no Espírito Santo. Não podemos aceitar passivamente que unidades sejam fechadas, que haja a normatização das dobras ou que trabalhadores sejam transferidos contra vontade para outras regiões e estados. Deve-se garantir um mínimo de representação da estrutura gerencial em nosso estado, garantindo os postos de trabalho dos empregados e a capacidade de resolver os problemas locais.

É preciso entender que começamos a travar uma batalha que deve se transformar em guerra. Todos os empregados puderam ver na última campanha salarial os objetivos da ECT. Agora a disputa vai além de defender direitos, devemos nos esforçar para garantirmos nossos empregos.

Pergunte ao seu gestor se ele sabe o que vem com a reestruturação. Faça mais, pergunte se o que dizemos é verdade ou não. Garantimos que nem ele mesmo sabe lhe informar. Voltamos ao período do medo da década de 1990 e foram os trabalhadores que enfrentaram a vontade da empresa e garantiram a ECT de hoje. É chegada a hora de enfrentarmos novamente, mas de maneira coletiva e não por partes da categoria. Só haverá sucesso se todos os empregados compreenderem que somos uma única categoria e que qualquer ataque contra um trabalhador deve ser considerado afronta a todos nós.

Para estabelecer garantias aos trabalhadores e definir nossas bandeiras, além de aprofundarmos o debate sobre a reestruturação, convocamos todos os trabalhadores a participarem da Assembleia Geral Extraordinária no próximo dia 09 de dezembro, onde votaremos também o estado de greve com indicativo de greve para à 0h do dia 17 de dezembro.

Contamos com a participação de todos os trabalhadores

ACORDO COLETIVO 2015/2016

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Disponibilizamos o Acordo Coletivo de Trabalho 2015/2016 para download no fim da publicação. É muito importante o conhecimento dos trabalhadores sobre seus direitos e avanços. Ainda ressaltamos que toda e qualquer cláusula deste acordo se sobrepõe aos manuais da ECT e até mesmo da CLT

Botao-Download ACORDO COLETIVO 2015-2016